Após uma temporada de trabalho árduo, dedicada a uma tarefa pessoal de investimento académico, que invariavelmente me levou para longe das terras deste nosso espaço, voltei de malas e bagagens. Neste sentido, como esta actividade emprestou muito do tempo que era do Agir e Sentir, resolvi partilhar um bocadinho (inho, inho, inho,...) do meu trabalho. Por motivos clínicos, trabalho frequentemente com famílias. Assim, optei por aprofundar os estudos que a violência nas relações entre pais e filhos apresenta sobre os jovens adultos e enfatizar os benefícios de assumir e comunicar o conflito, dentro do seio familiar. E m todas famílias existem diferenças inultrapassáveis, que geram atritos e mal-estar geral. Ao reconhecer que nenhuma família é perfeita e que o conflito é comum, será mais fácil e normal abordar esta temática, de uma forma saudável. Já que existe e que é geral, porque não aceitar e aprender a