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Mensagens

Prosseguir com cautela: pode levar a ouvir os outros.

OUVIR. Esse enorme verbo que quase todos queremos que façam por nós, que quase ninguém atenta no seu significado e que poucos usamos com verdadeiro empenho.  Hoje em dia falta ouvir. Falta prestar atenção ao que o outro diz. Falta parar (mesmo) e escutar atentamente o que a pessoa à nossa frente nos quer transmitir, contar, passar, ensinar... Ouvir sem atropelar porque não concordamos, porque nos ocorreu outra história parecida, porque julgamos e temos de o manifestar, porque nos lembramos de algo e esquecemo-nos se não contarmos imediatamente... Se estivéssemos mesmo a prestar atenção ao que está a ser dito não nos ocorriam tantos motivos para interromper. Quando nos preparamos para falar a seguir ao outro e estamos, ansiosamente, à espera que o outro respire para termos uma brecha para começarmos a falar: não estamos a ouvir uma única palavra....

Vou ali comprar 2 quilos de felicidade

Então parece que estamos na Primavera! Tempo em que nos chove em cima enquanto cheira à nostalgia dos tempos quentes. Esta fase deixa as pessoas confortavelmente molengas, em simultâneo com uma agitação típica de quem quer começar a aproveitar a vida, a sério. No fundo, sou suspeita, gosto das estações todas e sou um bocado como o António Variações. Quando está calor, apetecem-me os casacos e o frio no nariz e quando está frio só gostava de me esparramar ao sol. No entanto, esta altura tem um ponto perfeito, que junta o melhor dos dois mundos...

O que fez de positivo hoje?

No início do ano, que é aquela altura em que o pessoal se anima com novas motivações, resoluções e decisões, tive um momento em consulta que passo a partilhar. A sessão já estava a decorrer há uns minutos quando a pessoa em questão decide mostrar-me o que tinha comprado momentos antes de entrar. Eis que surge em cima da secretária um bloco e uma caneta, novinhos em folha, como manda a tradição do início dos novos anos. Seria até habitual, para a pessoa em questão, adquirir novo material de desenho, uma vez que essa é uma actividade que lhe é muito característica. No entanto, este bloco tinha outro destino, como verifiquei pela apresentação do mesmo:

Prazer imediato? Toca a pôr a imaginação a mexer!

Vi este vídeo com alguma antecipação de que seria um repetir de ideias. A sexualidade é algo que pode ser tão criativamente saudável, embora facilmente se resvale para um extremismo de opiniões (acredito que os extremos nunca são benéficos, mas avancei com o video).  Francamente, foi muito mais do que isso, aliás, quase nem roçou os argumentos habituais (ou pelo menos, não foi isso que me captou a atenção)...

Boas Festas!

Espero que esta época natalícia esteja a ser branda com os ânimos e de grande felicidade! Esta altura aproxima-nos um pouco de tudo: família, amigos, saudades, frenesim comercial, boas intenções e actos de enorme gratidão... É uma amálgama de sentimentos, cansaço, genica, doces, lágrimas e excitações. Tudo bem embrulhadinho, com um grande laçarote, pronto a deixar-nos perplexos e com

Quer um sorriso relaxante?

Como estão? As vossas vidas andam complicadas? O stress bate à porta com mais frequência do que vos apetece? Até a ansiedade vos brinda nos pequenos momentos do quotidiano, como no trânsito, em filas demoradas, nas lojas cheias de gente mal humorada?... Então vamos falar de relaxamento! Mas em vez das habituais técnicas para descontrair, vamos falar de uma terapia infalível

Ser filho é ser OUTRA pessoa

Encontrei uma mãe com uma opinião que é uma lufada de ar fresco num mundo em que controlar/mandar/influenciar os filhos é para o que se tem mais jeito. Não querendo com isto dizer que conseguimos. Não conseguimos. E além disso geram-se frustrações por o nosso anjinho não ser o que podia ter sido... Lutos de fantasias de filhos que nunca foram (mas podiam tão bem ter sido!...) colidem com relações saudáveis de partilha e troca de ideias. Estamos assim tão satisfeitos que repetiremos padrões até à exaustão?

Tão fácil ter calma quando a alma não me dói a mim...

E porque foi mencionado num comentário prévio, em jeito de diferentes abordagens às vidas (a nossa e as dos outros), aqui fica uma música muito engraçada e com maior clareza do que possa parecer, dos senhores Anaquim. Isto porque "é fácil ter calma quando a alma não me dói a mim..."

Trabalhar de Graça, by Teresa Calisto

Hoje faço a partilha de um espaço que gosto bastante. Apresento-vos uma comunicadora nata, que atribui nome às coisas, tal qual como deve ser! Recomendo vivamente que descubram como podem criar e melhorar a vossa marca pessoal com Teresa Calisto . E, embora agradeça a gentil referência que me foi feita neste tema, prometo que

5 passos para vir em 1º lugar!

Todos nós temos pessoas difíceis no nosso quotidiano, ou se calhar temos pessoas que tornam o nosso quotidiano mais difícil... De qualquer forma, hoje vamos falar sobre algumas estratégias para lidar com estas pessoas que não são fáceis, mas que, ainda assim, são uma parte incontornável na nossa vida. Há que estar atento que estas pessoas camuflam-se de todos os tipos e feitios: pais, amigos, patrões ou colegas! E a verdade é que pode ser fácil perder o temperamento ou a paciência, sentindo-nos mal com estas relações ou mesmo deixando o nosso quotidiano afectar-se significativamente por atitudes alheias. O ideal é

Palavras sem dó

Recomendo estômago forte para visualizar uma campanha realizada pelo Projecto Weapon of Choice, que vos convido a consultar aqui:  http://hurtwords.com/  São imagens limpas, cruas e que traduzem uma realidade muito cruel. As palavras, uma vez proferidas, não podem ser retiradas. Não podemos ter real consciência do alcance e das consequências do que proferimos e do modo como o outro as recebe e se sente com elas. O abuso verbal é tão grave como

As crianças são os espelhos dos seus pais.

Antes de agir, pondere. Tenha sempre presente que as crianças aprendem por observação!

Este longo dia que me dura tão pouco...

E como vai proactividade que supostamente vem "atrelada" à Primavera? Esperemos que bem mais animada que a estação em si mesma, que ainda anda um bocadito confusa com a própria identidade. Hoje resolvi abordar uma questão relacionada com a gestão do tempo, já que somos seres dados à rotina... Assim, quanto mais fazemos, mais activos nos sentimos! Quanto menos fazemos, mais lentos, cansados e sem tempo vamos perceber o quotidiano, a modos que uma espécie de tender para a inércia! Desta forma, venho sugerir que

Encontre uma Saída

Felicidade, acompanha o meu caminho!

Chegou a Primavera e, com ela, sorrisos iluminados por um sol quentinho, novos alentos para projectos preguiçosos e uma motivação já esquecida no meio de tanta melancolia e chuva. Este ânimo renovado que esta estação de claridade, novos sons e boa disposição nos traz, faz com que nos sintamos mais felizes. E por isso mesmo, hoje vou abordar este tema tão simples e tão polémico: Será que somos felizes? Como podemos ser mais? Porque que é que ele/ela não me faz mais feliz?! Vamos 

E quando a cabeça não tem juízo?

Hoje trago uma curta-metragem (lamento a falta de legendas... acho que ainda assim é bastante compreensível!) que ilustra bem os conflitos interiores que por vezes o nosso cérebro nos leva a ter. Ainda temos a oportunidade de ter um vislumbre de por que é que as mulheres são de Vénus e os homens de Marte (obviamente respeitando excepções, mas é para isso que existem normas!). Bonecos engraçados, sorrisos genuínos e alguma dose de realidade no pequeno filme com que vos deixo!

Todos precisamos

A saúde mental é um bem essencial de todos nós. Para cuidarmos bem, é fulcral sentirmo-nos bem. Uma visão peculiar da relação em terapia! 

Boas e Joviais Festas!

Neste dia especial, venho desejar-vos alguns votos que alguém escreveu por mim, de forma brilhante. Refiro-me à música de Bob Dylan, Forever Young , que, curiosamente, também é a música de abertura da série Parenthood , também ela uma agradável surpresa.  Esta época traduz-se por sentimentos de amor, união, perdão (aos outros e até a nós próprios!) o que leva a um desejo de renovação! Desta forma, 2014 surge repleto de novas motivações, por vezes demasiado ambiciosas e listas infindáveis de novos propósitos que ao fim de algum tempo vão esmorecendo e ficam esquecidos pelas gavetas da memória. Apesar disso, de forma optimista, optei por

Psi pródiga, ao Agir e Sentir retorna! E a propósito: Pais e Filhos!

Após uma temporada de trabalho árduo, dedicada a uma tarefa pessoal de investimento académico, que invariavelmente me levou para longe das terras deste nosso espaço, voltei de malas e bagagens. Neste sentido, como esta actividade emprestou muito do tempo que era do Agir e Sentir, resolvi partilhar um bocadinho (inho, inho, inho,...) do meu trabalho. Por motivos clínicos, trabalho frequentemente com famílias. Assim, optei por aprofundar os estudos que  a violência nas relações entre pais e filhos apresenta sobre os jovens adultos e enfatizar os benefícios de assumir e comunicar o conflito, dentro do seio familiar. E m todas famílias existem diferenças inultrapassáveis, que geram atritos e mal-estar geral. Ao reconhecer que nenhuma família é perfeita e que o conflito é comum, será mais fácil e normal abordar esta temática, de uma forma saudável. Já que existe e que é geral, porque não aceitar e aprender a

Auto controlo? Se até ele consegue, todos conseguimos!

Quem se lembra da Rua Sésamo? E do famoso Monstro das Bolachas, o monstro mais adorado e com o apetite mais voraz ao de cimo da Terra? Pois é, ele está de volta, e desta vez para nos ensinar como conseguir dominar o