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Mensagens

Texto autocentrado, com pretensões de heteroreflexão!

Olá a todos! Ponderei muito sobre partilhar este tema ou não. Porque este tema sou eu. No entanto, quando a informação que temos pode ser uma linha orientadora para convidar à reflexão, porque não? Somos feitos de limites e de barreiras, bem necessários e construtivos, mas importa que, dentro desses traços haja espaço para respeito, partilha, liberdade e amor. Tentarei escrever com esta máxima em mente porque tento viver assim desde que me lembro de ser gente (e a minha memória tem dias bons, como alguns de vocês saberão!). Recentemente, fui obrigada a ausentar-me do trabalho clínico, durante mais de dois meses. Desde há  (bem...) mais de uma década que não me lembro de isto ocorrer. Mesmo durante o último ano de faculdade, já tinha iniciado consultas, acompanhadas, como uma estagiária bem-comportadinha, mas sempre com muito empenho. Desde aí até ao dia de hoje, que tenho muita dificuldade em pausar o trabalho. Como é que se pausa o acompanhamento a pessoas que nos entrega...

Talvez sim, Talvez não. Aguardemos para saber.

Olá a todos! Então consta por aí que procuramos ser felizes. Que é o epítome dos nossos desejos. De preferência sem grande esforço. Más notícias... A dura verdade é que, se desejamos uma vida plena, saudável, equilibrada e feliz, vamos ter de investir nuns quantos objectivos. Salvaguardo que o conceito de felicidade, amplamente estudado e atafulhado em teorias fundamentais sobre como atingir o nirvana no mesmo, é muito volátil. Não apenas no tempo, oscila mais do que um mar revolto, mas também no que significa para cada um de nós. Tenhamos isso em conta, respeitemo-nos e não vamos regredir na história, fazendo dieta para cabermos em rótulos, magrinhos e pobres de espírito. Cada um saberá investir no que o faz feliz . E ainda bem! Existe aqui um ponto que não podemos descurar. A felicidade não depende do que nos acontece mas  sim da forma como a percepcionamos . Por mais que torça o nariz ao ler esta afirmação, supondo que, num ou noutro momento, não será assim, eu garanto...

Sexo? Sim, muito e com saúde, por favor!

Olá a todos! Em Dia Mundial da Saúde Sexual , é bom ponderar se estamos a investir, saudavelmente, em todos os aspectos da nossa vida. A sexualidade engloba diversos o bjectivos e finalidades,   valências, desejos, formas e feitios, modalidades e experiências e, não obstante, culmina em ser um acto de prazer. Em destaque, é um comportamento associado à autodescoberta, ao eroticismo, ao vínculo, à reprodução, à intimidade, ao lazer, ao desejo de sentir e de ser física e emocionalmente estimulado.  Importa manter uma sexualidade com saúde, respeito, aceitação, curiosidade, protecção, divertimento e a gosto! Assim, em jeito de aprender sempre mais e melhor e mantendo activo o desejo de saber e de praticar, aqui fica um video sobre uma das etapas do bem-estar sexual, o orgasmo: 

Quero viver num parque de ratos

Olá a todos! Foram vocês que pediram mais um vídeo recomendado? Aqui fica um sobre dependência, sobre vínculo, sobre como sermos felizes. Este vídeo, para o qual, lamentavelmente, não encontro legendas em português, é uma pequena apresentação de uma visão distinta sobre a adicção. Habitualmente, a dependência é vista como uma doença que necessita de tratamento e que contamina as relações . Mas e se, na realidade, o inverso tiver uma influência significativa? Eu explico. Aqui vemos como  a ligação entre os seres humanos é saudável e desejada , elucida algumas das formas em que se manifesta e quais as consequências delas.

Há uma altura em que podemos dizer nunca e sempre

Olá a todos! Estamos numa altura do ano que, geralmente, é muito dura para quem já viu partir pessoas que ama. A luminosidade diminui, o ar está sempre molhado, a alma fica um pouco mais pesada. Novembro irrompe de imediato ao dia 1, como uma chapada intensa bem no centro da nossa realidade. Sejamos ou não religiosos, existe um ritual que, inevitavelmente, assistimos repetido pelas ruas, através do qual somos remetidos para a perda.  Podemos gerir esta dor do luto de forma construtiva? Sim, nós perdemos, porque ganhamos. Então vejamos como.  Nick Cave, a propósito da esmagadora perda do filho, refere que o tempo é elástico. Afirma que conseguimos afastar-nos do evento mas que, a dada altura, o elástico irá rebentar e trazer-nos sempre de volta ao mesmo. Concordo em absoluto com esta perspectiva. É isto que se sente. Quando morre alguém que amamos,

Anda a mim, empatia

Olá a todos! Quero partilhar um curto video que recomendo, frequentemente, em consulta. É de uma autora cujo trabalho aprecio bastante, Brené Brown, que aborda temas muito relevantes para nos sentirmos bem connosco próprios e para saber ter relações com saúde e qualidade, tais como a vulnerabilidade, a culpa ou, neste caso, a empatia. Quem me conhece, sabe que a empatia é um tema muito querido para mim. Acredito que a chave de ouro de bons relacionamentos e do crescimento

Venha de lá essa saúde mental!

Olá a todos! Saúde mental é a pedra basilar do bem-estar. Sem saúde mental não há saúde física de boa qualidade e, claro está que a saúde física afecta a saúde mental. Em todas as esferas. Em todos os elementos que nos são próximos. É um conceito tão relevante, de tão grande influência e tão significativo que a urgência é prevenir, para que o cuidar seja mais eficiente. Podemos ver aqui o ponto em estamos nesta eterna preocupação: https://www.publico.pt/opiniao/noticia/saude-mental-a-urgencia-de-uma-reforma-sempre-adiada-1746725 Confesso que partilhar esta notícia no Facebook serviu-me como um

Prosseguir com cautela: pode levar a ouvir os outros.

OUVIR. Esse enorme verbo que quase todos queremos que façam por nós, que quase ninguém atenta no seu significado e que poucos usamos com verdadeiro empenho.  Hoje em dia falta ouvir. Falta prestar atenção ao que o outro diz. Falta parar (mesmo) e escutar atentamente o que a pessoa à nossa frente nos quer transmitir, contar, passar, ensinar... Ouvir sem atropelar porque não concordamos, porque nos ocorreu outra história parecida, porque julgamos e temos de o manifestar, porque nos lembramos de algo e esquecemo-nos se não contarmos imediatamente... Se estivéssemos mesmo a prestar atenção ao que está a ser dito não nos ocorriam tantos motivos para interromper. Quando nos preparamos para falar a seguir ao outro e estamos, ansiosamente, à espera que o outro respire para termos uma brecha para começarmos a falar: não estamos a ouvir uma única palavra....

Vou ali comprar 2 quilos de felicidade

Então parece que estamos na Primavera! Tempo em que nos chove em cima enquanto cheira à nostalgia dos tempos quentes. Esta fase deixa as pessoas confortavelmente molengas, em simultâneo com uma agitação típica de quem quer começar a aproveitar a vida, a sério. No fundo, sou suspeita, gosto das estações todas e sou um bocado como o António Variações. Quando está calor, apetecem-me os casacos e o frio no nariz e quando está frio só gostava de me esparramar ao sol. No entanto, esta altura tem um ponto perfeito, que junta o melhor dos dois mundos...

O que fez de positivo hoje?

No início do ano, que é aquela altura em que o pessoal se anima com novas motivações, resoluções e decisões, tive um momento em consulta que passo a partilhar. A sessão já estava a decorrer há uns minutos quando a pessoa em questão decide mostrar-me o que tinha comprado momentos antes de entrar. Eis que surge em cima da secretária um bloco e uma caneta, novinhos em folha, como manda a tradição do início dos novos anos. Seria até habitual, para a pessoa em questão, adquirir novo material de desenho, uma vez que essa é uma actividade que lhe é muito característica. No entanto, este bloco tinha outro destino, como verifiquei pela apresentação do mesmo:

Prazer imediato? Toca a pôr a imaginação a mexer!

Vi este vídeo com alguma antecipação de que seria um repetir de ideias. A sexualidade é algo que pode ser tão criativamente saudável, embora facilmente se resvale para um extremismo de opiniões (acredito que os extremos nunca são benéficos, mas avancei com o video).  Francamente, foi muito mais do que isso, aliás, quase nem roçou os argumentos habituais (ou pelo menos, não foi isso que me captou a atenção)...

Boas Festas!

Espero que esta época natalícia esteja a ser branda com os ânimos e de grande felicidade! Esta altura aproxima-nos um pouco de tudo: família, amigos, saudades, frenesim comercial, boas intenções e actos de enorme gratidão... É uma amálgama de sentimentos, cansaço, genica, doces, lágrimas e excitações. Tudo bem embrulhadinho, com um grande laçarote, pronto a deixar-nos perplexos e com

Quer um sorriso relaxante?

Como estão? As vossas vidas andam complicadas? O stress bate à porta com mais frequência do que vos apetece? Até a ansiedade vos brinda nos pequenos momentos do quotidiano, como no trânsito, em filas demoradas, nas lojas cheias de gente mal humorada?... Então vamos falar de relaxamento! Mas em vez das habituais técnicas para descontrair, vamos falar de uma terapia infalível

Ser filho é ser OUTRA pessoa

Encontrei uma mãe com uma opinião que é uma lufada de ar fresco num mundo em que controlar/mandar/influenciar os filhos é para o que se tem mais jeito. Não querendo com isto dizer que conseguimos. Não conseguimos. E além disso geram-se frustrações por o nosso anjinho não ser o que podia ter sido... Lutos de fantasias de filhos que nunca foram (mas podiam tão bem ter sido!...) colidem com relações saudáveis de partilha e troca de ideias. Estamos assim tão satisfeitos que repetiremos padrões até à exaustão?

Tão fácil ter calma quando a alma não me dói a mim...

E porque foi mencionado num comentário prévio, em jeito de diferentes abordagens às vidas (a nossa e as dos outros), aqui fica uma música muito engraçada e com maior clareza do que possa parecer, dos senhores Anaquim. Isto porque "é fácil ter calma quando a alma não me dói a mim..."

Trabalhar de Graça, by Teresa Calisto

Hoje faço a partilha de um espaço que gosto bastante. Apresento-vos uma comunicadora nata, que atribui nome às coisas, tal qual como deve ser! Recomendo vivamente que descubram como podem criar e melhorar a vossa marca pessoal com Teresa Calisto . E, embora agradeça a gentil referência que me foi feita neste tema, prometo que

5 passos para vir em 1º lugar!

Todos nós temos pessoas difíceis no nosso quotidiano, ou se calhar temos pessoas que tornam o nosso quotidiano mais difícil... De qualquer forma, hoje vamos falar sobre algumas estratégias para lidar com estas pessoas que não são fáceis, mas que, ainda assim, são uma parte incontornável na nossa vida. Há que estar atento que estas pessoas camuflam-se de todos os tipos e feitios: pais, amigos, patrões ou colegas! E a verdade é que pode ser fácil perder o temperamento ou a paciência, sentindo-nos mal com estas relações ou mesmo deixando o nosso quotidiano afectar-se significativamente por atitudes alheias. O ideal é

Palavras sem dó

Recomendo estômago forte para visualizar uma campanha realizada pelo Projecto Weapon of Choice, que vos convido a consultar aqui:  http://hurtwords.com/  São imagens limpas, cruas e que traduzem uma realidade muito cruel. As palavras, uma vez proferidas, não podem ser retiradas. Não podemos ter real consciência do alcance e das consequências do que proferimos e do modo como o outro as recebe e se sente com elas. O abuso verbal é tão grave como

As crianças são os espelhos dos seus pais.

Antes de agir, pondere. Tenha sempre presente que as crianças aprendem por observação!

Este longo dia que me dura tão pouco...

E como vai proactividade que supostamente vem "atrelada" à Primavera? Esperemos que bem mais animada que a estação em si mesma, que ainda anda um bocadito confusa com a própria identidade. Hoje resolvi abordar uma questão relacionada com a gestão do tempo, já que somos seres dados à rotina... Assim, quanto mais fazemos, mais activos nos sentimos! Quanto menos fazemos, mais lentos, cansados e sem tempo vamos perceber o quotidiano, a modos que uma espécie de tender para a inércia! Desta forma, venho sugerir que